Quem aprecia tênis sabe o quão mágico é assistir a um jogo do suiço Roger Federer. Um mito. Um mostro consagrado que faz da arte de jogar tênis algo que parece ser facílimo aos olhos comuns de pessoas comuns como nós. Porém, o que vem acontecendo atualmente nos chama a atenção para o que pode ser o fim de uma era. O fim do ciclo de um dos maiores nomes do esporte mundial de toda a história moderna. Federer parece cansado e sem confiança para executar seus principais golpes. Seus últimos jogos vêm se transformando em fortíssimos testes para cardíacos. Foi assim em Roland Garros no mês de maio, quando perdeu o posto de número 1 para o igualmente brilhante Rafael Nadal. E acabou da mesma maneira hoje, em quadra britânicas. O torneio de Wimbledon chegou ao fim para o tenista depois de um belo jogo contra o ótimo Thomas Berdych, da República Tcheca. Mais uma vez o atual número 2 se mostrou apático em alguns momentos, mas ainda nos brindou com seus voleios inesquecíveis.
É claro que essas derrotas não apagarão tudo o que Roger Federer fez para o tênis mundial. O tenista se mostrou praticamente imbatível desde 2003 e por isso ganhou a admiração desse que escreve. Fica a torcida para que o que foi dito no início desse texto não se concretize, Que a "Era Federer" ainda dê bons frutos. Mas se por ventura isso vier acontecer fica na memória a grandiosidade de Federer.