Mas são esses os jogadores que irão defender a seleção na copa?
Falta esse, falta aquele...Não concordo com fulano...Esse aí então, só pode ser amigo do chefe do patrão da CBF...
Os discursos foram os mesmos que se repetem de quatro em quatro anos. Não se renovam. E o que também não se renova é a paciência do torcedor brasileiro, mal acostumado a ter geração de bons jogadores infinitas, a não sofrer de escassez de craques e ótimos atletas que estão sempre brilhando nos maiores clubes da Europa. No entanto, para o Mundial da África, que está rolando desde o último dia 11 de junho, e me incluo nessa massa, grande parte da torcida brasileira não levava fé nos 23 escolhidos pelo técnico Dunga. Optou por confiar na base, no comprometimento e na lealdade. Ignorou apelos populares e da imprensa pelos craques emergentes Neymar e Paulo Henrique Ganso e pelo estrelado Ronaldinho Gaúcho. Escolheu seus jogadores e de peito aberto suportou e escutou todas as críticas possíveis. E foi só a bola rolar para que as críticas ficaram na memória. Nossa paixão pelo futebol e a emoção de ver a seleção brasileira e a camisa canarinho em campo falam mais alto.
E hoje, 28 de junho de 2010, apesar de não concordam com mais da metade das atitudes e das escalações do treinador, admito que nossa seleção é letal. Mortal. Impiedosa. Sempre pronta para o bote mortal, como uma terrível serpente. Futebol extremamente competitivo. Se faltam habilidade, drible e magia, sobram dedicação tática, vontade e rapidez naquilo que o time tem de melhor na "Era Dunga": um contra-ataque nunca antes visto na seleção.
Vitória tranquila contra o Chile, que até tem um time bom, com jogadores rápidos e habilidosos, mas que caiu como um pato na armadilha brasileira.
Agora é a Holanda, para reviver 74, 94 e 98. Emoção a vista. Mas isso fica pra amanhã.
Faltam 3 para o Hexa!
Nenhum comentário:
Postar um comentário